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Dra. Priscilla Penna Odontologia Avançada
Saúde periodontal

Quando procurar um periodontista (e não só o dentista clínico)

Quando procurar um periodontista (e não só o dentista clínico)
Conteúdo revisado por Dra. Priscilla Penna Periodontia, Goiânia.Publicado em

Muita gente convive por anos com gengiva sangrando ou retraída achando que é "normal" — ou que a limpeza de rotina resolve. Em parte dos casos resolve mesmo. Em outros, o que está acontecendo é uma doença que pede um olhar mais específico.

O que faz um periodontista

O periodontista é o cirurgião-dentista com especialização nos tecidos que sustentam o dente: gengiva, osso e ligamento periodontal. Enquanto o clínico geral cuida de um espectro amplo da saúde bucal, a periodontia se concentra no diagnóstico e no tratamento das doenças desse conjunto de tecidos — da gengivite inicial à periodontite com perda óssea, além da parte estética da gengiva.

Sinais que costumam pedir uma avaliação periodontal

Nenhum sintoma isolado fecha diagnóstico, mas estes são os que mais frequentemente levam a uma avaliação com periodontista:

Situações em que a avaliação costuma ser recomendada mesmo sem sintoma

Alguns contextos aumentam o risco periodontal e justificam acompanhamento, ainda que a gengiva pareça bem:

  • Histórico de doença periodontal na família.
  • Tabagismo — que, além de fator de risco, pode mascarar o sangramento.
  • Diabetes, especialmente quando o controle glicêmico está difícil.
  • Gestação, pelas alterações hormonais que afetam a gengiva.
  • Antes de tratamentos estéticos ou ortodônticos, para confirmar que a base está saudável.

Preciso de encaminhamento para marcar?

Não. O paciente pode procurar um periodontista diretamente, sem encaminhamento. Muitos chegam por indicação do clínico geral ou do ortodontista, mas isso não é um requisito.

O que acontece na avaliação periodontal

A avaliação periodontal costuma envolver o exame da gengiva, a medição da profundidade dos sulcos ao redor dos dentes (para identificar bolsas periodontais) e, quando indicado, exame de imagem para avaliar o osso de suporte. A partir daí é que se define a conduta — que pode ir de uma limpeza profissional e orientação de higiene até raspagem periodontal ou procedimentos cirúrgicos, conforme o caso.

Não é sobre esperar piorar

O ponto mais importante: a gengivite é reversível, e a periodontite, embora crônica, é controlável — quanto mais cedo entra o acompanhamento, mais simples tende a ser a conduta e melhores as chances de preservar os dentes. Esperar o sintoma "ficar sério" costuma estreitar as opções de tratamento.

Este conteúdo é informativo e não substitui uma consulta. O diagnóstico e o plano de tratamento são sempre individualizados. Se você reconheceu algum desses sinais, agende uma avaliação com a Dra. Priscilla Penna, periodontista em Goiânia.

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Uma avaliação individualizada é o caminho para entender o seu caso.